O que é HTML? Entenda de forma descomplicada

Se você trabalha ou tem familiaridade com tecnologia e internet, provavelmente já ouviu falar sobre HTML. Mas afinal, o que é esse tal de HTML?

O que é HTML?

Criada pelo britânico Tim Berners-Lee, o acrônimo HTML significa HiperText Markup Language, traduzindo ao português: Linguagem de Marcação de Hipertexto.  O HTML é o componente básico da web, ele permite inserir o conteúdo e estabelecer a estrutura básica de um website. Portanto, ele serve para dar significado e organizar as informações de uma página na web. Sem isso, o navegador não saberia exibir textos como elementos ou carregar imagens e outros conteúdos.

Os hipertextos são conjuntos de elementos conectados. Esses podem ser palavras, imagens, vídeos, documentos, etc. Quando conectados, formam uma rede de informações que permite a comunicação de dados, organizando conhecimentos e guardando informações.

Ao visitar uma página simples na web, você pode perceber que existem diferentes distribuições e tamanhos para títulos, parágrafos, imagens, vídeos e qualquer outro elemento. Essa estrutura é estabelecida através do HTML. No início da web, era comum encontrar sites apenas contendo textos e imagens simples, com estrutura básica e sem estilizações. Porém, nos dias atuais, muito dificilmente você encontrará sites que possuam apenas elementos HTML. Portanto, podemos considerar o HTML o “esqueleto” da sua página.

Imagine então que, além do esqueleto, é necessário ter o corpo. Para isso, temos então as linguagens CSS e JavaScript, que em conjunto com HTML, formam a base para todos os websites atuais. Veremos mais à frente o que significam essas linguagens.

Como funciona o HTML

Através de um documento HTML, ou seja, um documento com a extensão .html ou .htm., o navegador faz a leitura do arquivo e renderiza o seu conteúdo para que o usuário final possa visualizá-lo. Os arquivos .html podem ser visualizados em qualquer navegador (como Google Chrome, Safari, ou Mozilla Firefox).

Geralmente, um site é composto por diversas páginas HTML, como por exemplo: um website que contenha três páginas (uma homepage, uma página de contato e uma página de produtos) receberá ao menos três documentos .html distintos, sendo um para cada página do website.

O código pode ser escrito através de qualquer editor de texto, como o próprio bloco de notas. Cada página consiste em uma série de tags (também chamadas de elementos) que podem ser considerados os blocos de construção das páginas. Portanto, esses blocos são a maneira com a qual o HTML faz a marcação dos conteúdos, criando a hierarquia e a estrutura do mesmo, dividido entre seções, parágrafos, cabeçalhos, e outros.

O que são tags

Através de qualquer editor de texto, como o Sublime Text, o NotePad++ ou até mesmo o bloco de notas, é possível criar um documento com a extensão .html que será renderizado pelos navegadores.

Conforme explicado anteriormente, este documento consiste em uma série de tags. As tags são códigos que definem toda a estrutura da página, tais como o seu tamanho, a fonte da letra, as cores, as quebras de linha e etc. A maioria dos elementos do documento HTML é composta por uma estrutura de abertura e uma de fechamento, como <tag> e </tag>. Há também tags de estrutura única, como a  tag <br/> que realiza uma quebra de linha.

Digamos que você queria escrever um parágrafo, chamamos então a tag <p>, escrevemos o parágrafo e finalmente fechamos a tag com </p>:

<p>Meu primeiro parágrafo.</p>

Dessa forma, ao salvar o arquivo com a extensão .html e abri-lo em um navegador, você verá o parágrafo escrito na tela do navegador.

Principais tags do HTML

Atualmente existem mais de 140 tags, mas algumas delas quase não são utilizadas. Dentre as mais utilizadas, temos:

  • <head> – local para declarar todas as informações, como título e metadados da sua página;
  • <title> – define o título;
  • <body> – local para declarar todos os elementos que irão compor o corpo da página;
  • <h1>,<h2>,<h3>,<h4>,<h5 >e <h6> – Tags para definir um título e subtítulos, variando de 1 a 6, sendo h1 o título mais importante e h6 o de menor importância;
  • <p> – Tag para definir um parágrafo;
  • <a>Tag de link, junto ao atributo href=”” é responsável pela principal característica da web;
  • <header> – define um cabeçalho;
  • <section> – define uma seção;
  • <article> – define um artigo;
  • <div> – define uma divisão;
  • <footer> – define um rodapé;
  • <nav> – define uma área de navegação (como menus);
  • <table> – define uma tabela;
  • <ol> – define uma lista ordenada;
  • <ul> – define uma lista não ordenada;
  • <li> – define o item de uma lista;
  • <form> – define um formulário;
  • <input> – define os campos do formulário;
  • <textarea> – define uma área para o usuário digitar um texto;
  • <button> – define um botão;
  • <img> – permite inserir uma imagem no seu documento.

A estrutura básica de um documento HTML

Agora que já sabemos como funciona e quais as suas principais tags, vamos entender como é formada a estrutura básica de um documento HTML.

O documento deve conter uma declaração informando o doctype, que no caso do HTML5, basta declarar com o elemento <!DOCTYPE html>. Após isso, iniciamos nosso documento com a tag <html> que deverá ser fechada ao final do documento com </html>. Posteriormente, nosso documento deverá ter um elemento <head> que receberá todas as informações básicas da sua página, como o título, links de elementos externos, metadados, etc. Declaramos então um título para a página através da tag <title>. Finalmente abrimos então a tag <body> que consiste no corpo do nosso documento, onde ficarão todos os elementos que serão renderizados na tela do navegador. Dessa forma, temos a estrutura básica do nosso documento HTML:

<!DOCTYPE html>
<html>
    <head>
        <title></title>
    </head>

    <body>

    </body>
</html>

Para que os acentos e caracteres especiais sejam exibidos corretamente, é preciso declarar a codificação de caracteres. O padrão universal da web é o UTF-8, e ele se declara pela tag <meta> com o atributo charset.

Dessa forma, através da tag de metadados <meta/>, vamos declarar dentro de um atributo charset que nosso padrão é o UTF-8. Temos assim a estrutura básica de nosso documento HTML:

<!DOCTYPE html>
<html>
    <head>
        <title></title>
        <meta charset="utf-8"/>
    </head>

    <body>

    </body>
</html>
Estrutura de um documento HTML mostrando o DOCTYPE, a tag html envolvendo tudo, o head com title e charset, e o body com o conteúdo visível da página

Vamos agora aprender um pouco a história do HTML e como evoluiu para se tornar o que é hoje.

Como surgiu o HTML

Em 1980, o Físico Britânico Tim Berners-Lee, iniciou um projeto baseado na Marcação de HiperTexto, denominado ENQUIRE. Este projeto foi realizado inicialmente através da linguagem de programação Pascal. Anos mais tarde, em 1989, Tim Berners-Lee e o estudante Robert Cailliau conseguiram implementar a primeira comunicação entre o usuário e servidor através do protocolo HTTP. Com isso, surgia então a World Wide Web (www), a web que conhecemos hoje.

Com o objetivo de facilitar a comunicação e a disseminação de documentos entre pesquisadores, ele criou então a linguagem de marcação de hipertexto, o HTML. A sua primeira versão foi publicada em 1991 e foi baseada na SGML, uma linguagem de marcação utilizada para a estruturação de documentos. O SGML já possuía diversas tags que foram herdadas pelo HTML. Contudo, a maior diferença entre essas duas linguagens, é que o HTML implementava a tag <a>, permitindo a ligação de uma página a outra, conhecido como link.  A interligação entre documentos é a base do funcionamento de toda a Web.

A linguagem de marcação de hipertexto ficou bastante conhecida quando começou a ser utilizada para formar a rede pública daquela época. Alguns anos mais tarde, se tornaria a linguagem padrão da internet que conhecemos hoje.

A evolução do HTML

Conforme visto anteriormente, a primeira versão do HTML surgiu no início da década de 90. Entre 1990 e 1995, passou por várias atualizações e modificações em sua estrutura. Até então, quem supervisionava e controlava o padrão da linguagem era o CERN. Desse ano em diante, a entidade que regula os padrões da web,  W3C (The World Wide Web Consortium), passou a supervisionar e controlar a linguagem de marcação de hipertextos, tornando-a uma linguagem padrão da web.

Em 1993, Dave Raggett propôs uma evolução do padrão, denominada HTML+. Entretanto, tal proposta nunca foi implementada e a primeira versão sucessora só viria a surgir em 1995.

Linha do tempo da evolução do HTML, de 1991 com a primeira versão criada por Tim Berners-Lee até 2014 com o HTML5, passando por HTML 2.0, 3.2, 4.01, XHTML e a fundação do WHATWG

1995 – Versão 2.0

Apesar de diversas atualizações e modificações, a primeira versão após a criação do HTML puro só foi surgir em 1995, a versão 2.0. Seu surgimento ocorreu no primeiro evento mundial sobre a Web, o World Wide Web Conference. O seu objetivo era formalizar todas as características do HTML que já eram utilizadas.

1997 – Versão 3.2

A versão 3.2, lançada em 1997, além de trazer novas funcionalidades à linguagem, corrigiu diversos problemas de compatibilidade da versão 2.0. Foi lançada pelo grupo de trabalho do W3C, fazendo com que ela fosse tratada como prática comum. O HTML 3.2 implementou características como tabelas, applets e texto flutuante ao redor de imagens.

1999 – Versão 4.0.1

Em 1999, a versão 4.0.1 foi lançada trazendo a compatibilidade com as suas versões anteriores através de três implementações:

  • Strict  – implementação na qual fica proibida a utilização de elementos obsoletos da linguagem;
  • Transitional  – implementação na qual os elementos obsoletos são permitidos;
  • Frameset – implementação direcionada para sites que usam frames.

Acrescentou novas funcionalidades com suporte para opções de multimídia e folhas de estilo. Também foi construído pensando em melhorar as práticas de programação. O HTML4 ocupou lugar de destaque no mundo web por muitos anos e até hoje ainda é utilizado por alguns desenvolvedores da web.

2000 – XHTML 1.0

No ano 2000, pouco tempo após incrementar a versão 4.0.1, foi lançada a primeira versão do XHTML, que combinava as vantagens do HTML com as do XML. O XHTML trazia uma sintaxe mais rigorosa e menos ambígua para tornar o HTML mais simples de ser processado.

2004 – a fundação da WHATWG

Em 2004, foi fundado o WHATWG (Web Hypertext Application Technology Working Group) por desenvolvedores de grandes empresas como Mozilla, Apple e Opera. A partir desse momento, teve início o trabalho de criação da nova versão do HTML.

2014 – A grande mudança: a versão 5 do HTML

A versão 5 do HTML foi desenvolvida para aperfeiçoar a experiência da World Wide Web para os desenvolvedores e usuários finais. Ela trouxe grandes avanços para a linguagem. O HTML 5 fornece o suporte de áudio e vídeo em alto nível que, até então, não existia nas versões anteriores sem o uso de plug-ins. Essa nova versão também nasceu com uma proposta marcante: ela não é uma versão final, ou seja, seguirá recebendo mudanças ao longo do tempo.

Anteriormente, as versões não eram padronizadas para criação de seções comuns e específicas como rodapés, cabeçalhos,  menus, artigos, etc. Com a introdução de tags como <header>, <footer>, <section>, <article>, <nav>, etc, o HTML5 trouxe uma forma semântica de se trabalhar com a linguagem. Com esse avanço, foi possível aumentar a interatividade sem a necessidade de instalação de plug-ins. É um código pronto para futuros dispositivos, facilitando a reutilização da informação de diferentes maneiras. Portanto, possibilita diversas funcionalidades que antes só eram possíveis com plugins, sem que isso sobrecarregasse o website, mantendo-o leve e rápido.

Com isso, as novas tags semânticas trouxeram grandes avanços para técnicas de SEO e para a leitura, pois informam ao navegador sobre o significado do conteúdo.

A relação entre HTML, CSS e JavaScript

HTML 5, CSS 3 e JavaScript

Conforme explicado anteriormente, no início do artigo, o HTML servirá para marcar todos os elementos da nossa página. Ele funciona como se fosse o esqueleto de uma página. Porém, sozinho, o HTML é limitado a essa função, mesmo em sua versão mais atual.

Sendo assim, podemos definir que uma página web é composta por três camadas. O HTML formará a primeira camada que apresenta o conteúdo ao usuário. O CSS formará a segunda camada que dará forma aos elementos. Finalmente, o Javascript formará a terceira camada que adicionará comportamentos dinâmicos à página.

CSS

Para poder dar forma ao nosso documento, é necessário trabalhar com o estilo em cascata, o CSS. Com isso, podemos estilizar todos os nossos elementos, aplicando espaçamentos, cores, posicionamentos, tamanho de fontes, famílias de fontes, bordas e outros efeitos visuais que dão forma ao documento. Durante muito tempo, o estilo era aplicado diretamente na tag html. Hoje em dia, é possível utilizar um espaço dentro do seu documento html, através da tag <style></style> que deve ser declarada dentro do head, onde irá conter todo o CSS. Da mesma forma, pode-se utilizar uma folha de estilos externa, geralmente de extensão .css , o que deixa o código muito mais limpo e organizado. Atualmente, a versão mais recente do CSS é o CSS 3. Podemos considerar que o CSS é o corpo do nosso documento.

JavaScript

O JavaScript, diferentemente do HTML e do CSS, é uma linguagem de programação, e em conjunto com esses, ele é capaz de dar vida, gerar movimento ao site. Ele é o que tornará os elementos mais dinâmicos, pois é o JavaScript que permite a execução de scripts na nossa página. Dessa forma, quando o usuário está navegando em uma página e executa uma ação que resulte em um comportamento na página, muito provavelmente será um script que executará esse comportamento. Portanto, o JavaScript pode ser comparado com o movimento do corpo (e do esqueleto) da nossa página.

Perguntas frequentes

O que significa HTML?

HTML é a sigla de HyperText Markup Language — Linguagem de Marcação de Hipertexto, em português. Ela foi criada por Tim Berners-Lee no início dos anos 1990 e é a linguagem que estrutura o conteúdo de toda página da web.

HTML é uma linguagem de programação?

Não. HTML é uma linguagem de marcação: ela descreve e organiza o conteúdo, mas não executa lógica, não faz cálculos e não toma decisões. Quem cumpre esse papel numa página é o JavaScript, que é uma linguagem de programação de verdade.

Qual a diferença entre HTML, CSS e JavaScript?

Cada um cuida de uma camada. O HTML define o que existe na página — títulos, parágrafos, imagens, links. O CSS define como isso aparece — cores, tamanhos, espaçamentos, posições. O JavaScript define o que acontece — cliques, animações, validações, atualizações sem recarregar. A analogia comum é esqueleto, corpo e movimento.

O que são tags HTML?

São os códigos que marcam cada elemento da página, escritos entre sinais de menor e maior. A maioria vem em par — uma de abertura e uma de fechamento, como <p> e </p> —, mas algumas são únicas, como a <br> de quebra de linha. Existem mais de 140 tags, embora o uso diário gire em torno de umas vinte.

Qual a versão atual do HTML?

A última versão numerada foi o HTML5, de 2014 — e desde então o HTML deixou de ter versões. Ele passou a ser um padrão vivo, mantido pelo WHATWG e atualizado continuamente. Na prática, quando alguém fala em “HTML5” hoje, está falando do HTML atual.

Preciso saber HTML para ter um site?

Não necessariamente. Plataformas como WordPress, Wix e construtores visuais geram o HTML para você. Mas conhecer o básico ajuda bastante em situações comuns: ajustar algo que o editor não permite, entender por que um elemento não aparece, ou colar um código de terceiros sem quebrar a página.

Onde escrevo o código HTML?

Em qualquer editor de texto — até o Bloco de Notas funciona. Basta salvar o arquivo com a extensão .html e abri-lo no navegador. Para trabalhar de verdade, editores como VS Code, Sublime Text e Notepad++ ajudam com destaque de sintaxe e autocompletar.

Para que serve a tag <meta charset="utf-8">?

Ela declara a codificação de caracteres do documento. Sem essa linha, acentos e caracteres especiais podem aparecer como símbolos estranhos — informação em vez de informação. O UTF-8 é o padrão universal da web e cobre praticamente todos os idiomas.

Qual a diferença entre HTML e HTML5?

HTML5 é a quinta e última versão numerada, lançada em 2014. Ela trouxe suporte nativo a áudio e vídeo, sem plugins, e as tags semânticas como <header>, <nav>, <article> e <footer>, que dizem ao navegador e aos buscadores o significado de cada parte da página — não só a aparência.

O que são tags semânticas e por que importam para SEO?

São tags que descrevem o papel do conteúdo em vez de apenas marcá-lo visualmente. Usar <header> em vez de uma <div> genérica informa ao buscador que aquele bloco é o cabeçalho. Isso ajuda os mecanismos de busca a entender a estrutura da página, e é essencial para leitores de tela usados por pessoas com deficiência visual.

Do arquivo .html ao site no ar

Um arquivo HTML aberto no seu navegador só existe para você. Para que ele tenha um endereço próprio e funcione para qualquer pessoa, ele precisa estar hospedado. Na Homehost, você envia seus arquivos pelo painel ou por FTP e o site fica no ar em minutos — com servidor no Brasil, SSL grátis e suporte em português. A partir de R$ 7,90/mês.

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Conclusão

O HTML é a camada mais antiga e mais estável da web: a mesma tag <p> que Tim Berners-Lee usou nos anos 1990 continua funcionando hoje, em qualquer navegador, sem nenhuma adaptação. Poucas tecnologias podem dizer o mesmo.

Três ideias resumem o que vimos aqui. A primeira é que HTML não é programação — ele descreve e organiza o conteúdo, e quem executa lógica é o JavaScript. A segunda é que ele nunca trabalha sozinho: HTML estrutura, CSS dá forma, JavaScript dá movimento, e é a combinação dos três que forma qualquer página moderna. E a terceira é que as tags têm significado, não só aparência — usar <header>, <nav> e <article> em vez de <div> genéricas é o que permite a buscadores e leitores de tela entenderem a página, e essa foi a grande mudança que o HTML5 trouxe.

Se você está começando, o caminho mais rápido é prático: abra o Bloco de Notas, escreva a estrutura básica que mostramos aqui, salve como .html e abra no navegador. A partir daí, cada tag nova que você aprender já tem onde ser encaixada.

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Rafael Marques

Especialista em Desenvolvimento Web e Marketing. É apaixonado por tecnologia, empreendedorismo, audiovisual e animais. Em sua carreira, dedica-se ao empreendedorismo, além de atuar como Desenvolvedor Fullstack e redator técnico. Gosta de usar seu tempo livre para assistir a filmes, jogar, escrever, e passar um bom tempo brincando e mimando seus animais de estimação.

Contato: rafael.blog@homehost.com.br

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